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Estatuto da Agricultura Familiar

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Valorização das Lamas (FAQ)

Análises ao solo, da água e foliar

Qual o método de determinação de fósforo no solo?

Tendo em conta que o método Egner – Riehm modificado é reconhecido pelo INIAV/INRB, I.P. como o mais adequado para…
Tendo em conta que o método Egner – Riehm modificado é reconhecido pelo INIAV/INRB, I.P. como o mais adequado para Portugal Continental para a determinação do fósforo extraível nos solos agrícolas, deverá este ser utilizado em substituição da norma de referência ISO 11263 e possibilitando assim o uso das tabelas de fertilização previstas no documento do Instituto Nacional dos Recursos Biológicos (INRB), I. P..

A análise foliar é sempre exigida com a DPO, para culturas arbóreas e arbustivas?

No que se refere à análise foliar, depende da necessidade em se diagnosticar o estado de nutrição das culturas e,…
No que se refere à análise foliar, depende da necessidade em se diagnosticar o estado de nutrição das culturas e, consequentemente permitir a emissão de recomendações de fertilização, de acordo com as culturas, nomeadamente para as arbóreas e arbustivas, definindo-se a frequência, de pelo menos de 3 em 3 anos como é estabelecida para a análise de terra, para melhor avaliar os parâmetros agronómicos e consequentemente determinar a quantidade de lamas a aplicar.

A análise de água de rega deve ser sempre exigida com a DPO, para todas as culturas e para qualquer área de aplicação de lamas?

Nas explorações com culturas regadas, a análise à qualidade da água de rega é um elemento importante para avaliação da…
Nas explorações com culturas regadas, a análise à qualidade da água de rega é um elemento importante para avaliação da quantidade de lamas a valorizar agricolamente, dado poder veicular elementos fertilizantes, nomeadamente o azoto sob a forma nítrica. 
De acordo com o decreto-lei nº 236/98, de 1 de Agosto, a análise da água de rega deverá ser pelo menos anual, embora o citado diploma dê alguma amplitude às DRAP. No entanto, as análises devem ter uma frequência igual à que é estabelecida para a análise ao solo (parâmetros agronómicos), que é de 3 em 3 anos. A periodicidade deve ser anual sempre que surjam valores anómalos num dado parâmetro.
 

As análises referidas nas alíneas c) ed) do artigo 9.º devem ser semper efectuadas de acordo com o disposto no anexo II do Decreto-Lei n.º 276/2009 (frequência e condições de dispensa). As análises devem ser apresentadas pelo requerente da licença (produtor or operator).


A frequência para as análises às lamas e solos está definida no Anexo II, pontos 1.2 e 2.2 do Decreto-Lei n.º 276/2009, de 2/10/2009.
No que se refere à análise foliar, depende da necessidade em se diagnosticar o estado de nutrição das culturas e, consequentemente permitir a emissão de recomendações de fertilização, de acordo com as culturas, nomeadamente para as arbóreas e arbustivas, definindo-se a frequência, de pelo menos de 3 em 3 anos como é estabelecida para a análise de terra, para melhor avaliar os parâmetros agronómicos e consequentemente determinar a quantidade de lamas a aplicar. Nas explorações com culturas regadas, a análise à qualidade da água de rega é um elemento importante para avaliação da quantidade de lamas a valorizar agricolamente, dado poder veicular elementos fertilizantes, nomeadamente o azoto sob a forma nítrica.
De acordo com o Decreto-Lei nº 236/98, de 1 de Agosto, a análise da água de rega deverá ser pelo menos anual, embora o citado diploma dê alguma amplitude às DRAP. No entanto, estas análises devem no mínimo ter uma frequência igual à que é estabelecida para a análise ao solo (parâmetros agronómicos), que é de 3 em 3 anos; no entanto, a periodicidade deve ser menor sempre que surjam valores anómalos num dado parâmetro."